terça-feira, 23 de junho de 2009

Prémio para a aluna Daniela Martins


Com o objectivo de incentivar a leitura e a escrita, a Equipa da Biblioteca deste Agrupamento, premiou a aluna Daniela Martins do 6º ano, Turma A, por ser a que mais participou nas actividades propostas pela Biblioteca (fichas de leitura, jogos e concursos) e das alunas que mais livros requisitou.
A Equipa da Biblioteca dá os parabéns a todos aqueles que elegeram estas actividades para ocupação do seu tempo livre. É motivador para nós e é um exemplo a seguir por toda a comunidade escolar!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá








Adaptação da obra O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá
de
Jorge Amado


A felicidade em mim surgiu
Como a água num regato
Que logo se sumiu
Nas goelas de um gato

Mas passado algum tempo
Ela em mim se reavivou
Deixando-me a mim
Como uma andorinha que feliz se casou

Andava eu tão tristonha
Sem saber o que fazer
E só a minha amiga Cegonha
Me poderia valer

Até que a certa altura
Já nem ela própria sabia
Pois a minha amargura
Nunca mais desaparecia

Eu andava confundida
Entre o partir e o ficar
Como um barco à deriva
Sem porto para atracar

E assim passava o dia
Sozinha no meu canto a chorar
Nem o rouxinol e a sua melodia
Me conseguiam animar

Mas um dia avistei
Um lindo gato malhado
Desde aí por ele me apaixonei
Apesar dele ser mal-humorado

Oh, feiinho! Gritei-lhe eu
Do alto da Moreira
Mas ele não se apercebeu
Da minha asneira

Passara outra vez
O mesmo eu lhe dissera
Quem sabe talvez
Ele não se apercebera

De novo lhe voltei a chamar
E nada me dizia
Mas eu não lhe podia falar
Pois ele ainda me comia

Um dia “meteu” conversa
Bom dia menina andorinha!
Mas eu não cai nessa
E segui a minha vidinha

Mas logo me arrependi
Da atitude que tomara
Atrás volvi
E não me arrependi

- Andorinha Sinhá
Chamou ele com ar carinhoso
- Diga lá diga lá
seu grande preguiçoso

-Será, será, Dona andorinha
Verdade o que me vieram dizer
Que a menina ia casar
- Quando o sol nascer

- Não, não me vou casar
- Respondi eu nervosa
- Quem lho foi contar
AH! Já sei foi a madrugada vaidosa

Não lhe interessa quem foi
Que me veio contar
Só quero que me confesse
Se na verdade vai casar

Não casar, não caso não senhor
Nem que me mandassem depenar
Pois só casarei com você, meu amor
Se você comigo este passo quiser dar

Claro, que quero
Contigo me casar
O meu amor por ti é sincero
Disso não podes duvidar

E quem havia de dizer
E quem havia de adivinhar
Que um gato malvado
Com uma linda andorinha se havia de casar.






Soraia Calvo
8º B, n.º 12

quinta-feira, 21 de maio de 2009

"Entre Palavras"







A nossa Escola participou mais uma vez no concurso “Entre/Palavras”, 5º Fórum de leitura e debate de ideias, campeonato distrital, que ocorreu no dia 23 de Abril de 2009, na escola Secundária Emídio Garcia, em Bragança, promovido pelo Jornal de Notícias. A docente acompanhante e coordenadora deste Projecto (Leonida Gonçalves) realçou a participação deveras interventiva, o entusiasmo e o empenho demonstrados neste evento pelo grupo dos quatro discentes do 9ºA (Ana Gomes, António Pires, Filomena Ramos e Lília Fileno), bem como pela claque acompanhante. Com o contributo de todos os intervenientes, a nossa escola conseguiu conquistar o 2º lugar nesta fase distrital, ganhando como prémio uma colecção vasta e variada de livros para incluir no espólio da Biblioteca do Agrupamento e outra oferta similar para os discentes participantes, bem como certificados de presença e medalhas para alunos e professora acompanhante. Esta iniciativa, para além de muito enriquecedora para todos, revestiu-se de enorme importância e abriu horizontes na e para a conquista partilhada de novos saberes.

terça-feira, 5 de maio de 2009

“Outros Contos da Montanha” - Livro do Mês


Sobre a autora:

Isabel Maria Fidalgo Mateus nasceu nas Quintas do Corisco, freguesia de Felgueiras, concelho de Torre de Moncorvo, no ano em que o Homem pela primeira vez chegou à Lua (1969).
Licenciou-se em Português-Francês na Universidade de Évora. Foi professora do ensino secundário durante dez anos. A sua enorme paixão pela literatura portuguesa levou-a a prosseguir os seus estudos. Matriculou-se na Universidade de Birmingham, na Inglaterra, mais precisamente na School of Humanities - Department of Hispanic Studies, na qual obteve o grau de Doutor. Também ali leccionou língua e literatura.
Publicou artigos em jornais e revistas e apresentou comunicações em conferências internacionais sobre Miguel Torga e Literatura de Viagens. Publicou, em Agosto de 2007, a obra A Viagem de Miguel Torga.
Actualmente concilia o ensino da Língua Portuguesa na Universidade de Liverpool (Inglaterra) e a sua investigação académica no campo da Literatura de Viagens com a narrativa ficcional, nomeadamente no género do conto. Colabora regularmente com o jornal distrital de Bragança O Informativo, sempre disponível na biblioteca da nossa escola.


Sobre o Livro:

A autora transmite-nos nestes curtos contos, mais de trinta no total, o seu apego à terra que a viu nascer, às suas gentes e às tradições que ela não queria que morressem, mas que o tempo e dito progresso estão a apagar.
Ao lê-los, fazemos duas viagens: uma no tempo e outra no espaço. Visitamos o tempo da sua meninice, que em certos aspectos nos lembra o nosso, e ficamos a conhecer um pouco melhor a terra transmontana. É com prazer e saber adquirido que se fazem estas viagens!


Questionário:

Para a resolução do questionário que se segue dever-se-á proceder à leitura de dois contos: Ti Grabulha e A Matança.


Ti Grabulha

1.- Com que idade faleceu o marido da Ti Grabulha?

2.- De que doença morreu?

3.- Como se chamava o marido da Ti Grabulha?

4.- Qual era o nome próprio da Ti Grabulha?

5.- Em que cidade foi à tropa o namorado da Ti Grabulha?

6.- De quem ela herdou a alcunha?

7.- Qual é o parentesco da Ti Grabulha em relação à autora deste livro?


A Matança

1.- De preferência, a que dias se praticava a matança?

2.- E porquê a dias desencontrados?

3.- Em que altura do ano era executado este ritual?

4.- Em que lugar a menina aguardava o fim da vida do animal?

5.- Sabes o que são escaleiras?

6.- Enquanto foi criança pequena, qual era a função da menina?

7.- Como se chama a mãe da menina que nos narra a história?

8.- Por que razão a autora escreveu este conto?

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Canonização de Nuno Álvares Pereira


Nuno Álvares Pereira foi um cavaleiro português do século XIV/XV que desempenhou um papel fundamental na crise de 1383-1385, onde Portugal jogou a sua independência contra Castela.
Nuno Álvares Pereira nasceu nos Paços do Bonjardim, na vila de Cernache do Bonjardim, concelho da Sertã, mas há também historiadores que defendem que ele nasceu em Flor da Rosa, concelho do Crato.
Casou com Leonor de Alvim, em 1377, em Vila Nova da Rainha, freguesia do concelho de Azambuja.
A 14 de Agosto de 1385, mostrou o seu génio militar ao vencer a batalha de Aljubarrota, à frente de um pequeno exército de 6000 portugueses e aliados ingleses, contra as 30 000 soldados castelhanos. A batalha viria a ser decisiva no fim da instabilidade política de 1383-1385 e na consolidação da independência portuguesa.
Após a morte da sua mulher, tornou-se carmelita (entrou na Ordem em 1423, no Convento do Carmo, que fundara como cumprimento de um voto). Toma o nome de Irmão Nuno de Santa Maria. Aí permanece até à morte, ocorrida em 1 de Novembro de 1431, com 71 anos.
Nuno Álvares Pereira foi beatificado em 23 de Janeiro de 1918 pelo Papa Bento XV. O seu dia festivo é 6 de Novembro. O processo de canonização foi iniciado em 1940, tendo sido interrompido posteriormente. Em 2004 foi reiniciado. No Consistório de 21 de Fevereiro de 2009, o Papa Bento XVI anunciou para 26 de Abril de 2009 a canonização do Beato Nuno de Santa Maria, juntamente com 4 outros novos santos.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Dia Mundial do Livro


Os livros são grandes amigos!
Agora, tempo em que há o dia de quase tudo, faz todo o sentido que se comemore o Dia Mundial do Livro. Em boa hora a Unesco escolheu o dia 23 de Abril para celebrar a existência dos livros e dos seus autores.
A leitura é um dos melhores exercícios! Não dói e pode ser muito gratificante!
Faça da leitura uma das suas rotinas...
João Pereira

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Apresentação de "Outros Contos da Montanha"


No dia 14 de Abril, esteve na nossa Biblioteca a escritora Isabel Maria Fidalgo Mateus a apresentar o seu último livro “Outros Contos da Montanha”. Sendo natural das Quintas do Corisco, Felgueiras, Torre de Moncorvo, esta professora de Português da Universidade de Liverpool enfatiza na sua obra a ligação à Terra, bem na linha do autor que trabalhou no contexto do seu doutoramento, Miguel Torga.
Pessoa muito simpática e comunicativa, cativou todos aqueles que assistiram à referida apresentação e encantou-nos com a leitura de um dos contos desta sua obra.
Todos ficámos mais ricos com a sua passagem pela nossa Escola.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Centenário do Nascimento de Soeiro Pereira Gomes





Joaquim Soeiro Pereira Gomes nasceu há precisamente cem anos. Veio ao Mundo na freguesia de Gestaçô, concelho de Baião. A sua existência foi curta, tendo sido interrompida pela tuberculose, quando contava quarenta anos.


É um dos autores mais importantes do Neo-Realismo português, ou Realismo Social, dada a grande preocupação social a que os textos que o integram respondem.

sexta-feira, 27 de março de 2009







A Equipa da Biblioteca deste Agrupamento deseja a todos uma feliz Páscoa.

Páscoa feliz

terça-feira, 3 de março de 2009

Livro do Mês de Março - 3º Ciclo



Miguel Torga é o pseudónimo de Adolfo Correia da Rocha. Nasceu no dia 12 de Agosto de 1907, em São Martinho de Anta, concelho de Sabrosa, distrito de Vila Real. É, portanto, um dos mais distintos transmontanos.
Filho de gente humilde, frequentou durante um ano o Seminário de Lamego. Não quis ir para padre e emigrou, com treze anos, para o Brasil. Regressou em 1925 e ingressou, três anos depois, na Universidade de Coimbra. Em 1933 terminou o curso de Medicina, vindo mais tarde a especializar-se em Otorrinolaringologia.
Em 1934 adoptou o pseudónimo de Miguel Torga. Miguel em homenagem a Cervantes e a Unamuno e Torga porque se identificava com essa planta, uma vez que ela deita raízes fortes sob a aridez da rocha.
Torga foi médico, poeta, romancista e dramaturgo. É um dos nomes grandes da nossa literatura, tendo sido, por várias vezes, apontado como um possível vencedor do Prémio Nobel da Literatura, distinção que nunca recebeu.
Homem que gostava muito da sua pátria e de gente simples. Para ele, Trás-os-Montes era um “reino maravilhoso”.


Novos Contos da Montanha


Este livro foi publicado pela primeira vez em 1944. Em vinte e dois contos, surge-nos o retrato da dureza da vida do campo numa linguagem simples, muito do agrado do autor, mas cuidada. São curtas narrativas, profundamente humanas e dramáticas que ilustram a luta dos homens contra as grilhetas que os aprisionam. Personagens duras como as fragas que povoam a terra transmontana.
É um livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura, destinado a leitura orientada nas salas de aula do nono ano.



Fronteira (conto)


Depois de efectuares a leitura deste magnífico conto, responde ao seguinte questionário:

1- De quem é a porta que rangeu em primeiro lugar?

2- Quem é que tinha um nariz afilado?

3- Com que ar sai de casa a Isabel?

4- Quem é que tinha pés de veludo?

5- À noite, a que actividade se dedicava o povo de Fronteira?

6- Quem era o Robalo?

7- Em que noite o Robalo apanhou a Isabel?

8- O que é que ela carregava consigo?

9- Quem era o pai do filho da Isabel?

10- Qual foi o fim do Robalo?


Questões extra:

a) Em que ano foi editado pela primeira vez este livro?

b) Quantos contos tem este livro?

Livro do Mês de Março - 2º Ciclo








Miguel Torga é o pseudónimo de Adolfo Correia da Rocha. Nasceu no dia 12 de Agosto de 1907, em São Martinho de Anta, concelho de Sabrosa, distrito de Vila Real. É, portanto, um dos mais distintos transmontanos.
Filho de gente humilde, frequentou durante um ano o Seminário de Lamego. Não quis ir para padre e emigrou, com treze anos, para o Brasil. Regressou em 1925 e ingressou, três anos depois, na Universidade de Coimbra. Em 1933 terminou o curso de Medicina, vindo mais tarde a especializar-se em Otorrinolaringologia.
Em 1934 adoptou o pseudónimo de Miguel Torga. Miguel em homenagem a Cervantes e a Unamuno e Torga porque se identificava com essa planta, uma vez que ela deita raízes fortes sob a aridez da rocha.
Torga foi médico, poeta, romancista e dramaturgo. É um dos nomes grandes da nossa literatura, tendo sido, por várias vezes, apontado como um possível vencedor do Prémio Nobel da Literatura, distinção que nunca recebeu.
Homem que gostava muito da sua pátria e de gente simples. Para ele, Trás-os-Montes era um “reino maravilhoso”.



Bichos

Este livro de contos, género em que muitos vêem o cume das qualidades deste escritor, surgiu em 1940, tendo sido já reeditado por mais de quinze vezes. Está traduzido em várias línguas, tais como o Castelhano, Francês, Inglês, Alemão, Romeno, Croata e Japonês.
Nele, surgem-nos animais com sentimentos humanos, tais como o Nero, protagonista do conto por nós escolhido. Este cão, perto da morte, pôs-se a pensar naquilo que viveu e descreve-nos os momentos mais marcantes da sua existência. É-nos impossível não simpatizar com este animal e sentir a sua morte.



Ficha de leitura


NERO


Depois de efectuares a leitura deste magnífico conto, responde ao seguinte questionário:

1.- Aonde era o cemitério dos cães e dos gatos da casa?
2.- Quem era a menina dos olhos do Nero?
3.- Quem era o verdadeiro dono do Nero?
4.- Como se chamava o grande amigo do Nero?
5.- Ao domingo, o Nero fazia uma coisa que mais nenhum cão fazia. O que era?
6.-Quantas semanas ficou o Nero “de molho”?
7.- Como se chamava o filho do Nero?
8.-Quem é que andava pelo quinteiro “muito asno, muito parvo”?
9.- Quem chorou por ele quando estava prestes a morrer?
10.-Quantos contos tem este livro?



Questões extra:

a) Em que ano foi editado pela primeira vez este livro?

b) Que tipo de animal é o Farrusco?

domingo, 22 de fevereiro de 2009
















Mais fotografias do nosso Carnaval...

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Carnaval 2009
















Hoje foi o dia do desfile de Carnaval do nosso Agrupamento. Foi fantástico.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Feira do Livro 2008 (Dezembro)
















Exposição "O Mundo e o 5ºA"




Sabias que...

Sabias que...

... há um país e uma região que têm o nome de uma salada ?
É verdade.
Macedónia é um prato constituído por vários legumes ou frutos (ervilhas, milho, cenoura, etc.)
Macedónia é o nome dum país europeu.
Macedónia é o nome de uma região no norte da Grécia.


Google - uma grande ideia que nasceu em 1997!

Sabias que...o nome 'Google' foi escolhido por causa da expressão googol, inventada por um matemático norte-americano, que representa o número 1 seguido de 100 zeros ou 10 elevado a 100.

Urtigas
As folhas de urtiga contêm espinhos com ácido metanóico ou fórmico. Este ácido é o responsável pelas picadas dolorosas quando tocamos as folhas da urtiga. O ácido fórmico é incolor e extremamente pungente. Existem formigas que utilizam este ácido como veneno.

Fogo de artifício
A exibição do fogo de artifício é iniciada pela explosão da pólvora. Esta reacção fornece a energia suficiente para os metais alcalino-terrosos (elementos do grupo II) exibirem as suas cores características quando excitados. Metais alcalino-terrosos como o bário (Ba), magnésio (Mg) e estrôncio (Sr) são utilizados com frequência em pirotecnia.

Lâmpadas
No interior das lâmpadas de luz eléctrica existe uma atmosfera inerte de Argon e Azoto (20%). O Argon é uma gás inerte, não reagindo com o filamento de tungsténio (antigamente chamava-se volfrâmio) mesmo quando este está a temperaturas muito elevadas (3000 ºC).

Fósforos
A cabeça dos fósforos é constituída por clorato de potássio e enxofre. Esta tem também sulfureto fosforoso que, quando friccionado numa superfície abrasiva, entra em ignição activando o resto do fósforo.

Cansaço humano
Quando realizamos esforços, o défice de oxigénio no organismo origina a formação de ácido láctico nos músculos. Este ácido láctico é responsável pelas dores musculares persistentes. As condições ideais para o organismo eliminar este ácido são o repouso e muito oxigénio (ar puro).

Lata de desodorizante
O desodorizante é armazenado a altas pressões no interior da lata. Quando a lata é utilizada verifica-se uma acentuada descida de temperatura junto ao difusor. Isso é devido à dilatação brusca do líquido pressurizado no interior da lata. Este efeito de Joule pode ser sentido por ti se colocares a tua pele junto ao difusor. Que frio

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Os Encantos de Freixo


Freixo tem muito encanto
Por isso se recomenda visitar
Com o bicho-da-seda e a flor da amendoeira
É para vir e voltar

Desviado de tudo e de todos
Mas com lindas paisagens
Quem aqui vier um vez
Vai fazer muitas mais viagens

Penedo Durão e Alpajares
Tem histórias para contar
Uma passagem pela Congida
Essa não pode faltar

O ciclo do bicho-da-seda
É muito lindo de ver
A extracção do fio
É a nossa amiga que o vai fazer




Regina Faustino
Curso EFA
Turma B, Nº 7

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

LIVRO DO MÊS DE FEVEREIRO





“O SEGREDO DO RIO”
de
Miguel Sousa Tavares

Miguel Andresen de Sousa Tavares (Porto, 25 de Junho de 1952) é um jornalista e escritor português.
Filho da poetisa portuguesa Sophia de Mello Breyner Andresen
e do advogado Francisco Sousa Tavares, começou a sua vida profissional pela advocacia, que abandonou em favor do jornalismo, de onde passa para a escrita literária. Tem uma obra diversificada, essencialmente marcada por crónicas e reportagens, mas fez já outras digressões literárias, nomeadamente com a publicação de um livro infantil, de vários contos e do romance Equador, um best-seller em Portugal. Em 2007, publicou o seu segundo romance, Rio das Flores, numa tiragem de 100 mil exemplares.
Colabora actualmente com o jornal Expresso, com a estação de televisão TVI
, onde é comentador. Contribui também, semanalmente, para o jornal A Bola onde escreve uma coluna com o nome "Nortada".




Neste livro Miguel Sousa Tavares conta-nos a história da amizade entre um rapaz e um peixe. O menino, de quem não sabemos o nome, teve que enfrentar um grande dilema: salvava a vida ao peixe, avisando-o que corria perigo, ou perdia o amigo e permitia que a sua família tivesse comida por algum tempo. Escolheu a amizade e por isso foi recompensado. O segredo nunca o revelou e eu também não o farei. Para o saberes terás que ler esta linda história. Verás que vale a pena!







Depois de efectuares a leitura deste livro magnífico, responde ao seguinte questionário:

1.- Como era a casa do rapaz?

a) Grande e azul;
b) Pequena e cor de tijolo;
c) Pequena e branca.

2.- O que é que existia à roda da casa do rapaz?

a) Um bosque;
b) Um pomar;
c) Um descampado.

3.- Aonde brincava o rapaz às cabanas?

a) Debaixo dos castanheiros;
b) Debaixo dos chorões;
c) Atrás do velho barracão.

4.- Por onde serpenteava o ribeiro?

a) Pelo meio dos campos, entre os arrozais e os campos de milho;
b) Por entre as rochas;
c) Por entre os pomares de laranjas.

5.- Qual era o sítio preferido do rapaz?

a) O velho carro abandonado;
b) O ribeiro;
c) O campo da bola.

6.- Segundo a mãe do rapaz, o que eram as estrelas?

a) Corpos celestes mais antigos do que o Homem;
b) Pontos brilhantes no céu;
c) Pessoas boas que tinham morrido.

7.- Em que estação do ano teve início a maior aventura do rapaz?

a) Primavera;
b) Verão;
c) Outono.

8.- Qual era a espécie do peixe?

a) Salmão;
b) Carpa;
c) Truta.


9.- Por que razão andava triste o pai do rapaz?

a) Porque o rapaz faltava muito às aulas;
b) Porque não chovia;
c) Porque estava doente.

10.- Por que razão o peixe teve que se ir embora?

a) Porque quis descer o rio;
b) Porque o pai do rapaz o queria pescar;
c) Porque se cansou daquele lugar.

11.- Quais foram os animais que ajudaram o peixe?

a) Cães;
b) Raposas;
c) Gatos.

12.- De que forma o peixe resolveu o problema da família do rapaz?

a) Arranjou um emprego ao pai;
b) Trouxe-lhes um pote cheio de ouro;
c) Trouxe-lhes comida.

13.- O que dizia a tabuleta feita pelo pai?

a) Proibido pescar neste local;
b) Proibido deitar lixo;
c) Boa fruta a bom preço.

14.- De que forma o rapaz chamava o peixe?

a) Assobiava;
b) Batia palmas;
c) Atirava pedrinhas para a água.

15.- Agora já deves conhecer o segredo do rapaz. Qual era?
BOM TRABALHO!

E não te esqueças que os livros são nossos amigos!

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

O sabor das palavras








As palavras têm sabor
Como qualquer alimento
São elas que dão cor
A cada pensamento


Cada palavra tem sentido
E o sentido um pensamento
Que é definido
A qualquer momento


Quando o poeta sente
A poesia no coração
Ao escrevê-la não mente
Escreve-a com emoção




Soraia Calvo


8º Ano

Freixo



Freixo meu lindo Freixo
Que deslumbra de beleza
Sinto-me tão bem cá dentro
Só me custa tanta pobreza!

Sou jovem e dinâmica
À procura de um emprego
Mas como nada vejo
Vou ter que me pôr no prego!

Aqui tenho toda a família
Prometo vir visitá-la
Mas espero encontrar fora
Tudo o que aqui me falta.

Sou estudante do curso EFA
Uma grande oportunidade
Sinto-me contente por anos atrás
Ter pedido essa vontade.

Pretendo continuar os estudos
Gostaria também de trabalhar
Mas não vejo grande vontade
De me quererem ajudar.

Nesta terra de Junqueiro
Onde toda a gente é aprendiz
Mas tudo que vem de fora
Aqui se faz muito feliz.







Regina Faustino
Curso EFA
Turma B, Nº 7

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Poemas ao Vento


O vento é assobiador
Frio e impaciente
Assobia por amor
Canta com voz imponente

Passa pelo mar
E tudo agita
E começa a gritar
Com quem o imita

Depois vai passeando
E vem tudo estragar
As árvores depenando
Fazendo aves emigrar


Poemas de Soraia Calvo
aluna do 8º ano turma B