quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008


Sobre Sophia

Da lusitana antiga fidalguia
um dizer claro, justo e franco
uma concreta e certa geometria
uma estética do branco
debruado de azul.

Sua escrita é de nau e singradura
e há nela o mar, o mapa, a maravilha.
Sophia lê-se como quem procura
a ilha sempre mais ao sul.


Manuel Alegre