terça-feira, 29 de abril de 2008
DIA MUNDIAL DO LIVRO E DOS DIREITOS DE AUTOR
A nossa Biblioteca também comemorou este dia
Oferecemos uma rosa vermelha a todos os que requisitaram um livro. Foram muitos os alunos que fizeram o empréstimo, sobretudo os quintos anos. Os nonos anos recitaram poemas de Trindade Coelho (autor que a biblioteca elegeu como autor do ano). Os quinto e sexto anos vieram à biblioteca no horário de Língua Portuguesa fazer o jogo "Aprender com os Livros", contruir um puzzle com todas as obras de Trindade Coelho e participar no concurso "Descobre o autor da citação"". Estão, por isso, todos de parabéns pelo interesse manifestado.
Professora Elza Cordeiro, Coordenadora da Biblioteca da Escola
quinta-feira, 24 de abril de 2008
25 de Abril de 1974
Naturalmente que já ouviste falar no 25 de Abril de 1974, mas provavelmente não conheces as coisas como os teus pais ou os teus avós que viveram nesta época. Sabias que o golpe de estado do 25 de Abril de 1974 ficou conhecido para sempre como a "Revolução dos Cravos"?
Diz-se que foi uma revolução, porque a política do nosso País se alterou completamente. Mas como não houve a violência habitual das revoluções (manchada de sangue inocente), o povo ofereceu flores (cravos) aos militares que os puseram nos canos das armas.Em vez de balas, que matam, havia flores por todo o lado, significando o renascer da vida e a mudança.
O povo português fez este golpe de estado porque não estava contente com o governo de Marcelo Caetano, que seguiu a política de Salazar (o Estado Novo), que era uma ditadura. Esta forma de governo sem liberdade durou cerca de 48 anos. Enquanto os outros países da Europa avançavam e progrediam em democracia, o regime português mantinha o nosso país atrasado e fechado a novas ideias.
Sabias que em Portugal a escola só era obrigatória até à 4ª classe? Era complicado continuar a estudar depois disso. E sabias que os professores podiam dar castigos mais severos aos seus alunos? Todos os homens eram obrigados a ir à tropa (na altura estava a acontecer a Guerra Colonial) e a censura, conhecida como "lápis azul", é que escolhia o que as pessoas liam, viam e ouviam nos jornais, na rádio e na televisão. 
Antes do 25 de Abril, todos se mostravam descontentes, mas não podiam dizê-lo abertamente e as manifestações dos estudantes deram muitas preocupações ao governo. Os estudantes queriam que todos pudessem aceder igualmente ao ensino, liberdade de expressão e o fim da Guerra Colonial, que consideravam inútil.
Sabias que os países estrangeiros, que no início apoiavam Salazar e a sua política, começaram a fazer pressão contra Portugal. Por isso o governante dizia que o nosso País estava "orgulhosamente só". Quando Salazar morreu foi substituído por Marcelo Caetano, que não mudou nada na política.
A solução acabou por vir do lado de quem fazia a guerra: os militares. Cansados desse conflito e da falta de liberdade criaram o Movimento das Forças Armadas (MFA), conhecido como o "Movimento dos Capitães". Depois de um golpe falhado a 16 de Março de 1974, o MFA decidiu avançar. O major Otelo Saraiva de Carvalho fez o plano militar e, na madrugada de 25 de Abril, a operação "Fim-Regime" tomou conta dos pontos mais importantes da cidade de Lisboa, em especial do aeroporto, da rádio e da tv.
As forças do MFA, lideradas pelo capitão Salgueiro Maia, cercaram e tomaram o quartel do Carmo, onde se refugiara Marcelo Caetano. Rapidamente, o golpe de estado militar foi bem recebido pela população portuguesa, que veio para as ruas sem medo.
Sabias que para os militares saberem quando avançar foram lançadas duas "senhas" na rádio? A primeira foi a música "E Depois do Adeus", de Paulo de Carvalho, a segunda foi "Grândola, Vila Morena", de Zeca Afonso, que ficou ligada para sempre ao 25 de Abril.Depois de afastados todos os responsáveis pela ditadura em Portugal, o MFA libertou os presos políticos e acabou com a censura sobre a Imprensa. E assim começou um novo período da nossa História, onde temos liberdade, as crianças todas podem ir à escola e o País juntou-se ao resto da Europa. Mas ainda há muito, muito caminho a percorrer...
quarta-feira, 23 de abril de 2008
É hoje o "Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor".
Comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril, dia de São Jorge, esta data foi escolhida para honrar a velha tradição catalã segundo a qual, neste dia, os cavaleiros oferecem às suas damas uma rosa vermelha de São Jorge e recebem em troca um livro. Para além disso, é prestada homenagem à obra de grandes escritores, Shakespeare e Cervantes, falecidos em 1616, exactamente a 23 de Abril.
“Partilhar livros e flores, nesta primavera, é prolongar uma longa cadeia de alegria e cultura, de saber e paixão”, é manter viva a chama que nos alenta o coração e nos aquece a alma, é dar continuidade à demanda de emoções que o livro transmite e o Homem sente.
Comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril, dia de São Jorge, esta data foi escolhida para honrar a velha tradição catalã segundo a qual, neste dia, os cavaleiros oferecem às suas damas uma rosa vermelha de São Jorge e recebem em troca um livro. Para além disso, é prestada homenagem à obra de grandes escritores, Shakespeare e Cervantes, falecidos em 1616, exactamente a 23 de Abril.
“Partilhar livros e flores, nesta primavera, é prolongar uma longa cadeia de alegria e cultura, de saber e paixão”, é manter viva a chama que nos alenta o coração e nos aquece a alma, é dar continuidade à demanda de emoções que o livro transmite e o Homem sente.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
A MENINA DO MAR
Olá amigos! Venho falar-vos de um livro que cujo título é “ A menina do mar ” de Sophia de Mello Breyner Andresen. É uma história de um rapaz que vivia numa casa junto à praia. Certa noite, caiu uma enorme tempestade. Devido a esse facto algumas pedras e algas foram arrastadas para a praia. Na manha seguinte, o rapaz foi à praia brincar e, de repente, ouviu três gargalhadas que pareciam sair de dentro de um rochedo. Uma era de um peixe, outra era de um caranguejo e outra de um polvo. Mas, por fim, ouviu uma gargalhadinha muito fininha e baixinha. O rapaz dirigiu-se para lá e…Se querem sabem o fim desta história, vão à biblioteca da escola e
requisitem o livro.
Ivo Caravau, do 5ºA
"Metade da minha alma é feita de maresia" Sophia de Mello Breyner Andreson
"Metade da minha alma é feita de maresia" Sophia de Mello Breyner Andreson
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